Honda CG

Saiba um pouco sobre a Honda CG, moto da fabricante japonesa que domina o mercado brasileiro desde a década de 70.

Honda CG: A história da montadora de Soichiro Honda começa no Brasil em 1976, quando o mercado de motos ainda era baixo no país, um ano depois após o crescimento de fabricação, a Honda possuía mais de 70% do valor. O objetivo era produzir motocicletas que fossem de alta qualidade e com grande tecnologia, o que sempre esteve na raiz da concessionária. 

Em Manaus (AM), a Honda teve que se adaptar para conseguir um padrão igual às fábricas do exterior. Mas, sabendo que não poderiam contar com fornecedores locais, o jeito foi equilibrar a produção, isto é, fazer no próprio espaço, a maioria dos materiais para a produção. Por conta disso, os investimentos e empenhos foram altos, para que a demanda final fosse excelente, sendo a verticalização, uma das características marcantes da marca, na cidade de Manaus.

A primeira Honda CG foi a CG 125, produção realizada com a adaptação local, o que deu abertura para ela ser uma moto de muito sucesso, em 1976, superando o modelo Honda CB 125S fabricado no Japão e que já era vendido no país.

A tecnologia da montadora foi comprovada, quando mostrou a primeira moto do mundo movida a álcool, a própria CG 125, incorporando caráter técnico em relação ao combustível vegetal, não afetando a conservação ou sua capacidade. Desde esse momento, as gerações tecnológicas da Honda CG só foram avançando, fazendo ainda mais sucesso entre a população.

Significado da sigla CG

Para quem conhece sobre motocicletas, o nome está associado a modelo de duas rodas (assim como CBR, XT e XL), para a Honda, as siglas caracterizam os modelos e suas categorias de encaixe.

A Honda CG, a moto mais popular no país, é classificada para uso diário nas cidades, devido a isso, foi nomeada City General – que tem como tradução, o uso geral na cidade.

Inovação da Honda CG

No ano de 2008, uma nova inovação técnica marcou a Honda CG, houve a substituição do carburador pela injeção eletrônica de combustível, devido as regras de emissão de poluentes. Um pulo de tecnologia surpreendente, isso é, os motores de ciclo 2 e 4 tempos, eram poluentes, fazendo com que Soichiro Honda apostasse em outra saída, assim elaborando o modelo de injeção, que garante um bom desempenho e melhor economia de combustível, sendo um sistema moderno, refinado e eficaz, tal tecnologia possibilitou a era Flex, sendo a CG 150, a primeira moto no mundo que rodava com gasolina ou com etanol.

Moto Honda no Brasil: Gerações da Honda CG

Com várias mudanças, de geração em geração a Honda CG conquistou o coração dos brasileiros. 

Primeira Geração, 1976-1982 (Moto Honda CG 125)

A primeira motocicleta foi a Honda CG 125, o início da história de Honda no Brasil. A fabricação, nacional, ocorreu em Manaus (AM) E tinha um visual arredondado, com motor de 4 tempo, de 10,4cv e 125cm³, fazendo até 57km/L, segundo a montadora, e sendo sucesso por conta de sua conservação e desempenho. A partir dos anos 80, mostrou ao mercado nacional a CG 125 movida a álcool, além do câmbio de cinco marchas nesse tipo de combustível.

Segunda Geração, 1983-1988 

Na 2ª geração, a CG tem um visual diferente e mais encorpado, como a presença do sistema Ecco de injeção de combustível (melhor fluxo para não haver falhas ao acelerar fortemente), e algumas peças passam a ser pintadas, antes eram cromadas. 

Além disso, durante esse período, o câmbio mudou para cinco marchas, antes sendo apenas quatro, melhorando a potência do motor. Apresentou ao público, a CG 125 Cargo, de uso profissional, com um banco e bagageiro grande, para colocar o baú.

Terceira Geração, 1989-1994 

O lançamento da CG 125 Today, garante amortecedores traseiros, e um visual do painel e banco diferente, assim como a ignição elétrica. Recebe alterações no motor e no chassi, 69 e 74, respectivamente, o que melhora algumas características de desempenho, assim como a adoção do sistema CDI.

Quarta Geração, 1995-1999

É fabricada a CG 125 Titan, modelo com novo visual que até hoje não foi esquecido, teve 90 alterações, como a capacidade de combustível, comandos elétricos, novos freios etc. Elevando o desempenho e qualidade da moto, exportando para outros países.

Quinta Geração, 2000-2003

A CG Titan surge com novas mudanças de design, com um banco mais largo, o sistema anti esvaziamento de pneus (Tuff-up), e a nova versão KSE – pedal elétrico, e freio a tambor -, além da cor dourada, séria de comemoração a 5 milhões de unidades produzidas.

Sexta Geração, 2004-2009

Na 6ª geração, a CG Titan ganha um motor de 150cm³ com 14,2cv sendo nomeada CG 150 Titan. A versão ESD -partida elétrica, freio a disco e chave especial- é uma das mais econômicas, e ágil.

Além dela, a Honda lançou a CG 150 Job, uma versão avançada da CG 125 Cargo, única moto para transporte de carga no país. Também é lançada a CG 125 Fan, para ampliação do mercado, é focada na economia, bom custo-benefício, boa qualidade e possui um motor OHV (Over Head Valves), de 124,1cm³, que se tornou um dos modelos de motos mais vendidos no Brasil.

Sétima Geração, 2009-2013 

Nessa geração, o modelo CG 150 Titan ganha o sistema de injeção eletrônica, com um novo visual e um tanque maior.

A CG 125 Fan cresce nas vendas e passa por mudanças. É também o período de lançamento da 150 Titan Mix, primeira moto que mistura combustível (bicombustível, álcool e gasolina) no mundo, até hoje servindo o modelo Flex para outras motos da Honda

Oitava Geração, 2013-2016 (Moto Honda CG 150 Titan EX BR)

A família CG ganha novo visual, com elegância, traz um design mais tecnológico, funcional e divertido com as versões 125 Fan, 150 Fan e 150 Titan. No ano da copa de 2014, foi lançada a edição brasileira CG 150 Titan EX BR, com cores da bandeira do Brasil, que fez muito sucesso.

Ainda mais, os modelos Cargo -125 e 150- ganharam duas novas versões, e com foco no motor Flex de 150cc.

A Honda também dá freios CBS (Combined Brake System) para a Titan, para fornecer aos motoristas mais segurança.

Nona Geração, 2016 – atual (Moto Honda CG 160 Titan Special Editions)

As novas linhas CG passam a ter um motor maior (160cm³ e 15,1cv) e são mais encorpadas. Além disso, é apresentada a série de 40 anos da CG 160 Titan Special Editions que tem as cores inspiradas nos modelos da marca (vermelha, branca e azul), sendo a venda limitada.

O sistema CBS na CG 160 Star foi inserido em 2017, assim como a suspensão dianteira – SFF (Separated Function Fork) para as versões Titan, Fan e Start.

Em comemoração aos 45 anos de Honda, chegará ao mercado a linha CG 2022, com um visual de cores e carenagem atualizado, para as versões da Honda CG.

Perguntas frequentes sobre a tabela fipe de moto

A tabela fipe de moto é um meio de consulta que serve como base referencial de preços médios de motos, para a venda de motos novas e usadas a partir do que foi ofertado por vendedores no mercado brasileiro. Além disso, é importante como indicador para, por exemplo, tributos, seguros, financiamentos, contratos, etc.

Tabela fipe de moto não é o preço final de uma moto

É preciso saber que a tabela não é o que determina o preço final da moto (ou que seja regra), mas sim um método de partida para análise de venda e avaliação. Isso é, pesquisadores baseiam-se na coleta de preços das motos novas e usadas, descartando preços muito alto, muito baixo ou com baixas observações estatísticas, gerando índices e indicadores, para os preços médios.

A análise na Tabela fipe pode ser realizada de acordo com a versão, motorização e ano-modelo de uma moto, a sua conservação, algumas diferenças pontuais (exemplo, cor e acessórios), e, em alguns casos, a sua localização (alguns tipos de veículos são melhores para uma região específica), podendo, dessa forma, variar.

Preço da moto

É preciso saber que a tabela fipe não é o que apenas determina o preço da moto, mas sim um método de partida para análise de venda e avaliação.

A análise pode ser realizada de acordo com a versão da moto, motorização e ano-modelo, a sua conservação, algumas diferenças pontuais (exemplo, cor e acessórios), e, em alguns casos, a sua localização (alguns tipos de veículos são melhores para uma região específica), podendo, dessa forma, variar.

Se você já tentou vender a sua moto usada, uma das primeiras perguntas que você faz a si mesmo é: quanto vale o preço da tabela fipe para moto usada como a minha?

E ainda mais: Será que este valor apresentado vai ser o valor final da minha moto usada? Abaixo vamos falar sobre fatores que influenciam no valor final do seu usado e que podem fazê-lo valer mais ou menos que o preço da tabela fipe.

Fatores que influenciam o preço da tabela fipe para moto usada

Alguns aspectos devem ser levados em consideração na hora de vender sua moto usada e que podem impactar no preço de venda e o valor do veículo da tabela fipe. Abaixo listamos alguns pontos que devem ser considerados e impactam no valor final da moto seminova em comparação com o preço da tabela fipe de um veículo:

Motos usadas que sofreram colisão leve ou média (o preço final pode chegar a 80% do valor descrito na tabela fipe); Motos com quilometragem acima da média (o preço final pode chegar a 85% do valor descrito na tabela fipe); Motos que não sofreram nenhum tipo de colisão, que estão dentro da média de km e que possuem um histórico completo de manutenção (o preço final pode chegar a 110% do valor descrito na tabela fipe).

Obs: Estes percentuais são apenas uma referência, visto que além disso existem outros que influenciam no valor de mercado do seu veículo, como modelo, conservação, cor e até região do país. Para ter um valor mais exato é importante buscar uma empresa especializada para realizar esse tipo avaliação, onde será feita vistoria completa para para determinar o seu real estado, além de uma pesquisa de mercado para entender os valores médios para determinado tipo de veículo na região.

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A tabela fipe de motos: sua importância e onde consultar

A tabela fipe de motos é a principal referência no Brasil para quem deseja comprar ou vender motos usadas ou seminovas. O índice fipe é baseado em uma coleta de dados que considera o preço de carros, motos e caminhões em todo o território nacional. O preço considera motos novas e usadas. Além disso, o preço da fipe é atualizado mensalmente, refinando os detalhes.

Você pode consultar rapidamente e de forma gratuita o preço dela para o seu veículo novo ou usado a partir dos links abaixo:

Abaixo você tem acesso ao preço de motos novas ou usadas:

Abaixo você tem acesso ao preço de carros novos ou usados:

Abaixo você tem acesso ao preço de caminhões novos ou usados:

Observação importante

Uma observação importante e que deve ser levada em consideração: A tabela fipe não é o único fator para definir qual será o preço final de venda de uma moto nova ou usada. Vários outros fatores podem determinar o valor de mercado da sua moto, como: Estado geral da moto, mecânica e conservação da moto, se a moto já foi batido ou não, se a documentação está em dia, entre outros. Ou seja, a tabela fipe não é o principal meio de se precificar um veículo na hora da venda ou compra de uma moto.

O valor apresentando na tabela fipe serve apenas como uma referência para o cálculo dos seus impostos e seguro. A forma mais correta para se obter o preço mais real do valor final de uma moto é consultar o preço de mercado da moto, que é influenciado por diversos fatores, incluindo se ele está sendo procurado pelo mercado.

Ao querer vender sua moto, um dos maiores questionamentos é como valorizar e conseguir um preço acima da tabela fipe. Mas quais itens são avaliados e como cuidar da sua moto usada para fazer com que ele tenha um preço melhor no mercado?

Como definir um valor para vender sua moto usada?

Procure locais ou pessoas que estejam vendendo o mesmo seminovo que o seu, tente se ater ao ano-modelo para ter um referência condizente com sua moto. Nessas buscas, procure fatores que diferenciam sua moto das demais, ou seja, alguns atrativos positivos que vão servir como argumento de venda na hora de negociar.

Existem alguns fatores que influenciam no preço final da sua moto: estado de conservação, quilometragem e histórico do veículo. Esses quatro pontos são os principais e que mais vão influenciar no preço de venda da sua moto.

Como ter mais chance de vender seu veículo acima da tabela fipe?

Agora, se você quer vender seu seminovo um pouco acima da tabela fipe, você deve fazer uma vistoria geral na moto. Conferir toda a parte mecânica do mesmo, como sistema de suspensão, direção, freios, luzes e pneus. Além da parte mecânica da moto, a estética deve estar em dia, como pintura em bom estado de conservação. Além de tudo o que foi dito, não devemos levar em consideração apenas do preço da moto usado pela tabela fipe. O meio correto é consultar o preço de mercado do veículo usado, que é influenciado por diversos fatores acima mencionados e se ele está sendo procurado pelo mercado.